Agente High Ticket
AGENTE HIGH TICKET
Metodologia · Onboarding
Portfólio High Ticket
Módulo Onboarding

Agência que vende tudo
não vende nada direito.

A "obesidade mental" de querer vender de tudo quebra a agência. Selecione até 5 produtos do seu portfólio, avalie cada um pelo critério D → P → C (Demanda, Paixão, Conhecimento) e descubra, na matriz, quais são suas estrelas, quais são âncoras de operação e quais são ciladas que você devia parar de vender.

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Identificação

Seus dados personalizam a sua experiência.
Como você quer ser chamado.
Sua agência de viagens.
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Meta mensal de receita

A meta que você definiu na aula anterior. Vai ancorar a análise dos próximos passos.
R$
Valor total que você precisa faturar por mês.
Cada produto do seu portfólio gera margem diferente. Saber sua meta transforma o gráfico final em espelho: você vê quais produtos realmente bancam a agência que você quer construir.
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Seu portfólio

Até 5 produtos que você mais vende (ou deseja vender). Classifique cada um e avalie na ordem D → P → C.
Por que D → P → C, não C → P → D

O que o mercado já quer comprar não se discute. Paixão é inegociável — sem ela, você não dura seis meses. Conhecimento é o único que você constrói estudando. Por isso avaliamos na ordem inversa da sigla.

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A matriz do seu portfólio

Demanda no eixo horizontal, margem no vertical, paixão no tamanho, tipo na cor. Onde cada produto cai decide a operação que você tem.
Tipo
A · Commodities
B · Prateleira
C · Sob medida
D · Grupos
E · Consultoria
Bolha = paixão
Baixa
Média
Alta
Adicione produtos pra ver a matriz
O gráfico aparece conforme você preenche o portfólio acima.

Veredito por produto

Preencha seu portfólio acima
Cada produto recebe um diagnóstico específico aqui — estrela, âncora, cilada, estude ou gaveta.
Material de uso exclusivo

Este diagnóstico faz parte da metodologia Agente High Ticket e foi disponibilizado apenas para as agências vinculadas ao programa. Copiar, redistribuir, reproduzir ou compartilhar este conteúdo — no todo ou em parte — sem autorização expressa constitui violação de direitos autorais prevista na Lei nº 9.610/98 e, além disso, é feio pra caramba.